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Mudança em Família


Com o mundo cada vez mais globalizado e conectado, é normal que algumas pessoas recebam propostas para estudar ou trabalhar em outras cidades e outros países. E quando este convite chega, é hora de decidir qual o plano para o futuro. Para os jovens e solteiros, essa decisão é um pouco mais fácil de ser tomada, afinal, ainda tem muita vida pela frente e ninguém que possa tornar ruim a distância. Também é uma forma de se libertar da família e começar a viver de maneira independente. Mas a situação muda de figura quando o convite para morar em outra cidade é feito para uma pessoa mais velha, já com a sua própria família montada. Quando isso acontece, é natural que passem vários quadros na cabeça. A primeira coisa a fazer é contar sobre o convite para a família. Assim, os cônjuges podem definir, juntos, qual é a melhor solução. Nem sempre será possível mudar juntos, pois, muitas vezes, o casal trabalha em locais diferentes, não sendo possível a transferência conjunta. Se os cônjuges trabalharem como funcionários públicos, essa transferência é um pouco mais fácil. Isso se dá pelo fato de que a legislação brasileira prevê essas situações e, como tem por função manter a unidade familiar, acaba sendo possível a realocação do casal. Mas, voltando para a iniciativa privada, essas situações são um pouco mais complicadas de se contornar, especialmente se o cônjuge que não foi transferido, também trabalhar. Nesse caso, é comum pesar os prós e os contras da mudança. Antes de tudo, é necessário ver se a transferência compensa, financeiramente falando, pois, se o casal não quiser se separar, ao menos momentaneamente, e um dos cônjuges tiver que pedir demissão, o outro terá que bancar todas as despesas (até que o marido ou a mulher se restabeleça). Também deve ser levada em consideração a mudança para os filhos. Em alguns casos, é extremamente ruim fazer com que eles mudem de escola no meio do ano letivo, pois a falta dos amiguinhos e a mudança repentina podem se refletir no desempenho escolar, gerando notas baixas e, até mesmo, mudança no comportamento. Uma das melhores soluções para esse caso é a mudança inicial apenas do cônjuge que recebeu a oferta. Dessa maneira, ele pode se ambientar na cidade e no novo emprego, ao mesmo tempo em que procura uma casa e escola para os filhos. Nesse meio tempo, o cônjuge que ficou, pode mandar currículos para empresas e procurar opções de trabalho na nova cidade. Por fim, ainda existem aqueles casais que optam por viver separados, se encontrando apenas nas férias, feriados e finais de semana. Essa pode ser uma boa opção, caso a transferência seja para uma cidade próxima. Enfim, seja qual for a sua decisão, ficaremos felizes em poder oferecer nossos serviços. Nossos colaboradores são extremamente eficazes e competentes e, com certeza, cuidaremos das suas coisas como se fossem nossas!

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